Fiquem firmes


Os tempos estão, realmente, pesados. Vamos completar dois anos de mudanças drásticas em nossa rotina, medos, crises e vidas perdidas em meio a uma pandemia.


Enquanto o sul do Brasil geme e sofre com estiagem histórica e os campos secos da Argentina ardem em fogo, o sudeste brasileiro sofre com o excesso de chuvas.


Como não sofrer vendo a destruição em Petrópolis-RJ e a dor de ver seus familiares desparecidos em meio ao caos?


Em São Paulo, um pai de família foi assassinado, durante assalto, porque tinha pouco dinheiro na sua conta bancária. No interior do Rio Grande do Sul, um jovem invadiu um local de trabalho e assassinou mais um chefe de família, sem motivo algum.


E assim nossas notícias são recheadas de violência barata, grátis e revoltantes.


E como não falar da invasão Russa na Ucrânia, despertando os horrores da guerra? E os perigosos desdobramentos globais que esta guerra terá, sejam econômicos, sociais ou até mesmo uma batalha a nível mundial?


Não podemos deixar de falar sobre uma perseguição contra cristãos. Perseguição, por vezes, violenta, como invasões e vandalismo de igrejas aqui no Brasil.


Mas, por tantas outras, uma perseguição do silencio, sem espaço para contra-argumentar ideologias que, em ultima análise, roem os pilares da fé cristã e da própria sociedade.


Doenças, natureza descompassada, violência, falta de amor, guerras, perseguição aos cristãos. Quanto a isto, não há nada de novo no mundo. Estes sinais sempre estiveram presentes.


Mas Jesus nos convida a ter um olhar especial sobre estes fatos, em Mateus capítulo 24: “Uma nação vai guerrear contra outra, e um país atacará outro. Em vários lugares haverá falta de alimentos e tremores de terra. Todos os odiarão por serem meus seguidores. Nessa época muitos vão abandonar a sua fé e vão trair e odiar uns aos outros”.


E assim o Salvador conclui: “Quem ficar firme até o fim será salvo”.


Então fica a dica: arrependamo-nos dos nossos pecados e fiquemos firmes na fé em Cristo. O Salvador garante vida plena ao que nele crer.


Quanto aos sinais que nos circundam, que eles reforcem nossa oração: Vem, Senhor Jesus!





Rev. Bruno Serves

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