Debaixo da cachoeira


Brinquei com a Ivania, que conversava num volume mais alto, perguntando se ela estava "debaixo de uma cachoeira" por estar falando tão alto.


Claro que esse "falar alto" da Ivania tinha a ver com felicidade, ela conversava alegre e por isso esse volume todo.


Ruim é quando, ao invés do volume, o "tom da voz" é alterado e as pessoas deixam a conversa de lado para brigarem.


A Bíblia diz: "Livrem-se de toda amargura, indignação e ira, gritaria e calúnia, bem como de toda maldade". (Efésios 4.31).


Conviver com as pessoas, por mais próximas que elas sejam, é difícil. Todos são diferentes uns dos outros, tem seus próprios pensamentos e opiniões. Por isso, muitas vezes na discordância, as pessoas não se controlam e as brigas iniciam.


Precisamos entender que discordar não significa deixar de amar. Amizades não precisam acabar por causa de opiniões diferentes.


Jesus conviveu com todos, até com seus opositores, sem gritar. Vivamos com o jeito de Jesus, que morreu por todos. Na cruz ele não gritou de raiva, mas exclamou "Está consumado", e assim pagou o preço pela nossa salvação.


Convivamos com as pessoas amando, respeitando e sem brigas, mesmo na discórdia. Corações ficam próximos ao falarmos com brandura. Gritos afastam as pessoas que amamos.


Lembremos que não vivemos "debaixo de uma cachoeira", mas vivemos debaixo da graça de Deus.




Pastor Claudio Schreiber

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