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Contando os nossos dias


Salmo 90:12 – Ensina-nos a contar os nossos dias para que o nosso coração alcance sabedoria.


O Salmo 90, que carrega o título “Oração de Moisés, homem de Deus”, contrasta a brevidade da vida humana com a eternidade de Deus. As cadências magníficas e harmoniosas desse salmo ampliam nossa visão, convidando-nos a olhar além dos valores temporais e transitórios para aqueles que são realmente importantes, hoje e para sempre.


“Senhor, Tu és o nosso refúgio, sempre, de geração em geração” (v. 1). Que pensamento maravilhoso! Deus, o imutável, nosso refúgio. O que mais o tempo ou a eternidade poderia oferecer?


Será que Deus é o meu refúgio? Posso me unir em louvor ao compositor do hino: “Rocha eterna que prazer eu terei de em Ti viver!”. O salmo continua ressaltando a fugacidade da existência humana. Breve como o sono (v. 5), como a relva que germina e brota pela manhã, e à tarde não existe mais, murcha e seca (v. 6). Nossos dias passam como um murmúrio (v. 9); o melhor que podemos esperar é 70 ou (se tivermos sorte) 80 anos (v. 10). Seja curta ou aparentemente mais longa, nossa vida “passa depressa, e nós voamos” (v. 10).


Em seguida, vem a advertência, tão atual quanto a notícia mais recente da internet: “Ensina-nos a contar os nossos dias para que nosso coração alcance sabedoria” (v. 12). O que significa contar os nossos dias? É perceber o valor supremo de cada nova manhã, de cada momento que passa. Perceber que não sabemos quantas manhãs mais teremos pela frente – na verdade, se teremos mais alguma – e decidir viver a vida em sua plenitude, dedicando tudo o que fizermos para a glória do Criador e valorizando as pessoas ao nosso redor.


A vida é preciosa. O tempo é muito precioso. A eternidade revela sua preciosidade. Temos um Céu a conquistar e a destruição a evitar. A vida está repleta de significado, de propósito.

Esta linda oração expressa a graça:


“Tem compaixão dos Teus servos! Satisfaze-nos pela manhã com o Teu amor leal, e todos os nossos dias cantaremos felizes” (v. 13, 14). E ela termina assim: “Esteja sobre nós a bondade do nosso Deus Soberano. Consolida, para nós, a obra de nossas mãos!” (v. 17). Amém! Faze isso hoje, Senhor!


Pr. Amilton Menezes


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