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Separação nunca mais

Atualizado: 20 de jan.


Isaías 65:13 – [Eles] são a posteridade bendita do Senhor, e os seus filhos estarão com eles.


Tina estava no hospital às 3 horas da madrugada ouvindo a dolorosa respiração do seu pai. Esse era o homem que havia trocado suas fraldas e a ensinado a andar de bicicleta. Ele havia sido um estivador por quase a vida inteira, mas agora o câncer o reduzira a um fragmento de si mesmo, frágil e desorientado. O papai estava morrendo. Ele não podia mais lutar.


Tina pensou que poderia continuar a viver normalmente depois do funeral do pai. Mas muita coisa mudara. Ela era perseguida pelas lembranças do pai que não estava ali. O cheiro do perfume ou uma apreciada canção de Sinatra lhe causavam uma enxurrada de lágrimas. Tina diz: “Sei que sou adulta e que devo ser forte, mas tem dias em que me sinto uma criança de 4 anos de idade, e tudo o que eu quero é o papai.”


Há um vazio quando nos separamos daqueles a quem amamos. Há um senso de solidão que ninguém mais, exceto aqueles muito próximos de nós, pode preencher.


Perder entes queridos é algo devastador. Mães e pais que passaram pela experiência da morte trágica de seus filhos desejam vê-los outra vez. Viúvas e viúvos desejam abraçar seus cônjuges outra vez. Pergunte a um adolescente que perdeu o pai para o câncer, ou deixe que um estudante universitário cujo melhor amigo foi morto por um motorista bêbado fale, e eles lhe dirão o quanto desejam ver aquele a quem tanto amaram.


As Escrituras prometem essas felizes reuniões. Nosso Senhor tem as chaves da sepultura e da morte (Ap 1:18). Ele “[faz] novas todas as coisas” (Ap 21:5). Haverá uma feliz reunião naquele dia!


Nossos amados não se foram para sempre. O sepulcro não os tragou. Não os perdemos. Eles descansam em Jesus, em quem nunca poderão perder-se. Eles esperam a gloriosa ressurreição, onde, junto conosco, O encontrarão nos ares.


A morte nos traz uma solidão devastadora e cria um doloroso vazio. Mas a promessa da ressurreição alivia a dor e dá-nos, outra vez, esperança. Ela aponta para um tempo quando nunca mais nos separaremos.


Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora:


Obrigado, Pai, porque a morte não é o fim. E apenas um sono. E, um dia, todos esses queridos que Te amaram e que nós os amamos, estarão de volta, ressurretos para a vida eterna. Te louvamos por isso. Em nome de Jesus, amém!





Pr. Amilton Menezes

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