Muito eu acho e pouca fé


Um menino estava sentado junto ao portão que dava acesso à propriedade de seu pai quando Napoleão se aproximou com seus homens, para cruzar aquela propriedade. Porém, o menino o impedia.


Zangado, o Imperador gritou com ele:

- Menino, eu sou Napoleão Bonaparte, o Imperador. Abra este portão!


Muito educado, o menino tirou o chapéu, e perguntou?

- O senhor vai querer que eu desobedeça meu pai? Este portão está fechado e aqui ninguém passa, conforme meu pai determinou!


Napoleão virou-se para seus generais e disse:

- Deem-me mil homens como este, e conquistarei o mundo todo. — E foi por outro caminho.


A Bíblia diz: "Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens" (Atos 5.29).


Estamos enfrentando vivendo o tempo do "achismo", ou seja: se "eu acho" que é bom ou não faz mal a ninguém, então tudo bem.


Esse achismo tem tentado entrar na Igreja. Por causa da falta de consagração das pessoas a Cristo e a influência muito grande do mundo nas pessoas, a confiança e a obediência ao que Deus ensina na Bíblia já não importa mais para muitos.


Com isso as pessoas passam a não mais valorizar as oportunidades que a Igreja oferece para que a Palavra de Deus seja ensinada, especialmente nos cultos. Muitos acham que o ensino bíblico não é importante, ou "acham" que a Bíblia é ultrapassada e não é politicamente correta.


É muito eu acho e pouca fé. A pouca fé em Cristo acontece por que o achismo afasta as pessoas do ensino da Palavra, que é a maneira que o Espírito Santo usa para fortalecer a fé.


Nossa fé precisa ser alimentada pela Palavra de Deus, assim como o fogo do fogão à lenha é alimentado pela madeira. Se não colocar lenha no fogão o fogo apaga. Se não mantivermos contato com a Palavra a fé acaba. Sem fé em Cristo não há salvação.


Jesus ter morrido na cruz para dar o perdão não é "achismo". Para termos a salvação em Cristo os achismos precisam ficar pra lá para focarmos na fé. Isto é obedecer a Deus, e não ao achismo do ser humano.




Pastor Claudio Schreiber

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