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José e seus irmãos: um ressentimento de não permanência

Em uma contemporaneidade que, pensemos assim, torna o ressentimento um produto de mero ibope, é necessário um olhar mais acurado para o mesmo. Diante disso, podemos dizer o seguinte: “José beijou todos os seus irmãos e chorou, abraçado com eles” (Gn 45. 15). Como bem sabemos, os irmãos de José possuíam um grande ciúme dele, por conseguinte, o jovem foi vendido como escravo para uma caravana de ismaelitas. Seus primeiros anos no Egito foram difíceis, mas ele conquistou a confiança do rei e foi nomeado governador. Com uma seca que já se arrastava por dois anos, os irmãos de José foram para o Egito em busca de alimentação. E lá estava o governador do Egito, José.


Os conteúdos ressentidos estavam agitados, ávidos pela execução, mas não. José optou pelo perdão, ele abraçou e beijou seus irmãos. O perdão de José estava alicerçado no amor de Deus. Ele abraçou e beijou seus irmãos, porque Deus o havia amado primeiro. Sim, lidar com o ressentimento não é uma realidade fácil, por outro lado, a atitude de José é um exalo de esperança para o ser humano, ou seja, quando perdoamos, sabemos que Jesus nos perdoou primeiro. Com isso, abrace, perdoe o outro que te ressentiu, dado que você terá a boa notícia de um Deus que te abraçou primeiro, que te perdoou primeiro, Jesus Cristo.


Rev. Artur Charzuck

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